Jardim Botânico Municipal de Curitiba

 

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  • Área: 278.000 m2
  • Localização: Rua Engenheiro Ostoja Roguski, 350
    Acesso do estacionamento secundário: Avenida Prefeito Lothario Meissner, 1055, esquina com a Linha Verde
  • Bairro: Jardim Botânico
  • Ano de Implantação: 1991
  • Acesso: Gratuito
  • Fauna: Gambá, tatu, caxinguelê, preá, cutia, grimpeirinho; sapo, perereca, rã; bem-te-vi, joão-de-barro, ananaí, sabiá-laranjeira, sabiá-cavaleiro, sanhaço, pomba asa-branca, chupim, gralha-picaça, quero-quero, coruja.
  • Flora: Araucária, erva-mate, juvevê, tarumã, imbuia, canela preta, cedro rosa, aroeira, pimenteira, pitangueira, cerejeira, bromélias e orquídeas.
  • Equipamentos: Estufa, Museu Botânico Municipal/Herbário, bistrô, jardim em estilo francês, Jardim das Sensações, Galeria das Quatro Estações/ Café Escola/ Centro de Ilustração Botânica, lagos, fontes, pista de caminhada, sanitários públicos, loja, Centro de Atendimento ao Turista - CAT, e estacionamentos
  • Depois do piquenique não esqueça de recolher os dejetos, que devem ser separados (sólidos e recicláveis), embalados, levados para casa, e recolhidos pelos caminhões da Limpeza Pública. 
  • As visitas turísticas não necessitam de agendamento e são gratuitas. As Pessoas com Deficiência (PcD) têm acesso à estufa por rampa que fica atrás da construção e está sinalizado por placa em sua lateral.

 

Atenção! Recomenda-se a visitantes e frequentadores o uso de álcool em gel 70%, para higienização frequente das mãos, e que cada um leve sua garrafa com água, evitando fazer uso dos bebedouros públicos. São medidas sanitárias para prevenção e combate de doenças respiratórias - como resfriado, gripe, pneumonia.

 

O Jardim Botânico é um dos maiores cartões postais de Curitiba e o ponto turístico mais visitado da cidade. Sua principal atração, a estufa de 458 m2, inspirada na arquitetura europeia, abriga exemplares vegetais naturais e ornamentais da flora da Mata Atlântica, que cobre a Serra do Mar e a planície litorânea do Paraná. A construção de ferro e 3.800 peças de vidro, em espaço aberto, impressiona as levas anuais de turistas, desde a sua chegada pelos portões principais, da Rua Engº Ostoja Reguski.

A estufa se sobressai na paisagem, de dia, para quem chega à cidade, pela BR-277. Mais ainda à noite, quando iluminada a cores para marcar campanhas significativas, como o Maio Amarelo (conscientização sobre reduzir acidentes de trânsito), Agosto Azul (saúde física e mental masculina) ou Outubro Rosa (alerta sobre prevenção de câncer de mama e de útero)

Antecedendo as icônicas três abóbadas, os jardins ao estilo  francês, em canteiros geométricos - com o traçado da bandeira de Curitiba, replicado seis vezes -, bem cuidados, com plantas renovadas a cada estação, e chafarizes, compõem o melhor cenário para fotos que correm o Brasil e o mundo. Na convergência das alamedas, ao centro do terreno, uma fonte com a réplica da estátua “Amor Materno”, homenagem da colônia polonesa às mães paranaenses. Seu autor: João Zaco Paraná

 

De acordo com a lei e a definição técnica, o Jardim Botânico não é um Parque, conforme é considerado popularmente. Pelas suas características de Unidade de Conservação, é bastante especial: deve estimular a contemplação dos visitantes; contribuir na conservação da natureza, para a educação ambiental, na formação de espaços representativos da flora, em especial da regional, e ainda oferecer uma alternativa de lazer para a população.

É bem frequentada, pelos curitibanos, sua pista de caminhada, que circunda lagos, com carpas, e também segue o traçado das alamedas. Muitos usuários fazem uma parada obrigatória em equipamentos apropriados para alongamentos e exercícios, ao lado do bosque. Aliás, mais de 40% (66.000 m2) da área total do Botânico correspondem a este Bosque de Preservação Permanente, onde estão as nascentes formadoras dos lagos e por onde passa o rio Cajuru, pertencente à bacia do Rio Belém; e estão presentes muitas araucárias, cedro rosa. Há também juvevê e tarumã, nomes que inspiraram o batismo de dois bairros da cidade.   

Mais à frente, o Salão de Exposições é uma área disponível para divulgação dos mais diversos trabalhos artísticos, artesanais e também científicos, quando correlacionados ao meio ambiente.

 

Inaugurado em 5 de outubro de 1991, na gestão Jaime Lerner, leva o nome de Jardim Botânico “Francisca Maria Garfunkel Rischbieter”, a engenheira Franchette, em reconhecimento à sua pioneira e expressiva contribuição à reurbanização da cidade , a partir da década de 60, trabalhando no Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano de Curitiba (IPPUC), do Município. 

Para comemorar seu 30º aniversário, os visitantes ganharam, em 2021, uma atração a mais: um canteiro om mil mudas de begônias formando o número 30 e a silhueta da estufa. Pelo mesmo motivo, a estátua "Amor Materno" passou por completo restauro, pelo escultor Elvo Benito Gama, que vive em Curitiba. 

Tem muito para atrair a atenção do visitante, como o colorido de pequenos bandos das mais de 300 espécies de borboletas ali observadas e identificadas (um recorde local) e até ninhos de quero-quero na grama ou preás, cutias e curicacas andando pelo jardim. Os visitantes também vão conhecer colmeias de abelhas nativas sem ferrão - jataí, manduri, mirim, mandaçaia e guaraipo -, que fazem parte do programa Jardins de Mel da Prefeitura.

Aberto em 2008, o Jardim das Sensações estimula o tato, o olfato, a visão e a audição de adultos e crianças, no contato direto com mais de 70 plantas de texturas, formas e aromas diferentes. Os cachepôs estão dispostos em 200 metros de percurso (que dura em torno de 30 minutos), e todas as espécies têm placas informativas, inclusive em braile. 

Educação Ambiental: visitas de escolas

 

Galeria das Quatro Estações

O Espaço Cultural abriga a “Galeria das Quatro Estações”, concebida para reforçar a experiência de contemplação da natureza. São 1.625 m2 de área inteiramente coberta por placas módulos fotovoltaicos, geradores de energia elétrica. Em 679 m2 o espaço tem teto em policarbonato transparente e fechado, e o restante composto por uma área semicoberta, com bancos, vasos e jardins canteiros, que representam as quatro estações do ano, com cores e texturas de cada estação, identificadas por quatro esculturas clássicas em mármore branco, importadas de Portugal.

Sentado em uma das mesas do Café Escola (do Senac)) ali instalado, ouvindo violinos e orquestra que executam continuamente os concertos de Vivaldi, em “As quatro Estações”, o visitante poderá desfrutar da vista externa ao redor, incluindo a estufa e próximo da tranquilidade do bosque e da coleção do Jardim das Nativas. Aqui estão aquelas plantas representativas da flora curitibana, com potencial ornamental. Podem não ser tão coloridas, mas são adequadas ao clima da cidade: faça frio ou tenha até formação de geadas, são próprias para resistir a baixas temperaturas.

O ponto focal é a estrutura em madeira rústica, que além de funcionar como divisória dos dois espaços e como banco, é uma “escultura orgânica” que lembra uma enorme raiz.

Atrás da estufa principal, ainda dentro da galeria em forma de U, está instalado (desde 16/11/2022) o Centro de Ilustração Botânica do Paraná. Este é um espaço para oferta de cursos de ilustração botânica e venda de gravuras e outros itens, como calendários com representação de plantas nativas, algumas delas são espécies que integram as coleções do Herbário do Museu Botânico Municipal, o quarto maior do país. 

Mais à frente, o Salão de Exposições é uma área disponível para divulgação dos mais diversos trabalhos artísticos, artesanais e também científicos, quando correlacionados ao meio ambiente.

 

Uma área protegida por normas

Integrante da Rede Brasileira de Jardins Botânicos, a versão curitibana é, por definição técnica e legal, uma Unidade de Conservação.  

Trata-se de uma área protegida, com coleções de plantas vivas, cientificamente reconhecidas, organizadas e identificadas, para serem estudadas, e que por isso merece até normas para a sua utilização pelos usuários. Normas feitas para adultos e crianças ajudarem a cuidar da vegetação e dos animais silvestres que ali vivem, na natureza. Muitas estão nas plaquinhas de orientação, espalhadas em seu território; todas elas estão aqui.

Para citar alguns comportamentos e atitudes que devem ser evitados: não deite em canteiro de flores, não colha uma que seja para prender atrás da orelha e posar para fotos ou faça um buquê para enfeitar sua casa. Também não dá para instalar rede de balanço entre árvores, disputar um jogo com bola; e é proibido pilotar drone a partir da área, conforme decisão da Agência Nacional de Aviação Civil.

No mais, é buscar informações com as equipes da Guarda Municipal, duplas visualizadas facilmente, que estão ali também para contribuir que as visitas se deem com toda tranquilidade.

Outro estacionamento com 225 vagas

 

 

Localização

Rua Engenheiro Ostoja Roguski X Av. Professor Lothario Meissner

Conexões via Ciclovia: Parque Linear Cajuru e Passeio Público.

Obs: como não é permitido pedalar no interior Botânico, seu veículo pode ficar guardado em segurança, no paraciclo instalado no estacionamento à entrada.

Horário de funcionamento:

Do Jardim Botânico:
De segunda-feira a domingo:
Das 6h às 19h30

Do Jardim das Sensações 
De terça-feira a domingo:
Das 9h às 17h – O percurso é feito em meia hora, por isso o último acesso é feito às 16h30.
Fechado às segundas-feiras para manutenção. Se segunda-feira cair em um feriado, fica aberto.

Obs: a visitação pode ser interrompida, em caso de chuva ou de condições climáticas adversas, para segurança das pessoas e da vegetação.

Contatos (por e-mail):

Como Chegar - Abrir no Google Maps

Linha Turismo: consultar https://www.urbs.curitiba.pr.gov.br/transporte/linha-turismo

Atualização: Novembro/2022